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REFLEXÃO Aula das 5 horas de 13/05/2006 Penitenciária Estadual de Parnamirim - Sala de Yoga
“Os principais meios pelos quais você pode desligar sua mente das distrações do mundo e se fixar na busca de Deus são o Yoga e a renúncia. Deve-se livrar do desejo através da renuncia, e Deus deve ser afirmado através do Yoga. O desejo embota a inteligência, deturpa o discernimento, estimula o apetite dos sentidos e confere uma falsa atração ao mundo material. Quando o desejo desaparece, ou é concentrado em Deus, a inteligência brilha em seu antigo esplendor; e esse esplendor revela o Deus presente interna e externamente. Esta é a auto-realização.”
Comentário de Gusson
“Quando nos é pedido para que nos desliguemos do mundo externo, muitos vêem isso como uma forma de negação desse mundo. Esse é um conceito totalmente equivocado. O que buscamos através da prática do Yoga, é buscar uma integração de nosso ser como um todo, ou seja, corpo, mente, espírito, emoções e ambiente externo, como sendo essa a nossa verdadeira natureza Real. A renúncia não se trata de negar o mundo, mas de vivermos nele sem a ele pertencermos ou ainda estarmos atrelados a ele pelos infindáveis desejos de nossas mentes indisciplinadas. No caminho do Yoga, buscamos concentrar todo o nosso ser em busca do objetivo maior que é a união com Deus. Unir nossa alma individual a Alma Universal, que então passará a ser percebida como sendo nós mesmos, em todo o lugar, a toda hora. Diante desse objetivo ainda distante, o que nos resta é por em prática agora, uma disciplina que nos auxilie a manifestar os valores humanos essenciais da verdade, retidão, paz, amor e não-violência, para que um dia, sendo nósjá transformados em expressões de Paz e Amor, possamos realizar então o objetivo máximo que é o Yoga, ou seja, a União de Eterna Beatitude.
Escrito por João Ricardo Correia às 15h08
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REFLEXÃO Aula das 5 horas de 12/05/2006 Penitenciária Estadual de Parnamirim - Sala de Yoga
“O sentimento de dualidade surge quando o “Eu” assume uma forma e um nome específicos. O sentimento do ego é o resultado dessa mudança na forma. É somente quando se dissocia de nome e forma que se pode descobrir a verdadeira natureza Divina. Esquecer a Divindade essencial, e se identificar com uma forma mutante e não permanente, é a causa da escravidão e da tristeza. A mente é a causa dessa identificação nociva, por causa de seu envolvimento com o mundo externo e das impressões recebidas pelos sentidos. Quando o funcionamento da mente for entendido, a realidade do Atma, que esta além da mente, será experimentada como o único Princípio onipresente e imutável.”
Escrito por João Ricardo Correia às 17h02
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Sai Baba, um mestre a toda prova
Flávio Rezende - flavioldrezende@gmail.com Escritor e jornalista em Natal/RN
Nos anos 90 eu tinha um estilo de vida bem alternativo. Gostava de muito rock, fumava, bebia mas tinha também muito interesse por questões espirituais. Num dado momento, envolto por pirâmides, cristais, Osho, alimentação macrobiótica, Krishna, Iogananda e outras coisas mais, vendi uns pertences e me mandei para a Índia sem lenço e sem documento. Cheguei lá no mesmo dia que meu guru desencarnou, o Rajeneesh (Osho). A partir dai decidi sair viajando pelos estados e conheci Agra (Taj Mahal), Varanasi, onde flui o Ganges, subi para Katmandú, Patan, Baktapur no Nepal e voltei para a Índia, onde um amigo, na madruga fria de Nova Delhi, me convidou para conhecer Sai Baba. Fui e passei um tempo no ashram, em 90, vendo todo aquele movimento em torno dele. Ao voltar fui pouco-a-pouco migrando de Osho com seus ensinamentos que combinavam com minha juventude, para uma coisa mais devocional. Antes mais tarde, incomodado com os vícios, pedi ajuda a Sai Baba e freqüentei algumas sessões espíritas, conseguindo largar tudo de uma maneira abençoada. A partir dai começou um relacionamento que hoje virou paixão por Sai Baba. Totalmente mudado, devotado a ajuda ao próximo, sou devoto amoroso e todos os dias me comunico com meu amado mestre. Dele só tenho a agradecer e minha vida está fluindo da maneira possível. O convoquei para ser sócio da Casa do Bem - Dr. Fernando Rezende, projeto que desenvolvo em Mãe Luiza, ele prontamente aceitou e, de lá para cá, as coisas estão acontecendo.
Escrito por João Ricardo Correia às 15h31
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 Swami Sathya Sai Baba
História do Projeto Sathya Sai Baba no Brasil
Havia a necessidade premente no Brasil de uma divulgação maciça da mensagem espiritual de Bhagavan Sri Sathya SAI BABA, uma vez que no mundo todo esta filosofia de vida fundamentada essencialmente no "Amor" e no "Servir" já estava sendo estudada e largamente divulgada.
Com esse objetivo elaboramos um Projeto de caráter altruísta e o apresentamos à Swami Sai Baba em entrevista concedida no dia 12 de fevereiro de 1992, quando recebemos sua autorização e bênção.
Para a realização desta tarefa, que requer tempo, muita força de vontade, recursos pecuniários e etc, vimos recebendo a ajuda invisível de Swami, pelo que humildemente nos ajoelhamos aos seus Pés de Lótus agradecendo penhoradamente.
O Projeto tem o objetivo essencial de levar a todos os nossos irmãos de boa vontade, que residem no território brasileiro, a importante notícia da existência no seio da humanidade do Avatar SAI ao qual chamamos de "AVATAR do Tempos Modernos", pois sua atuação messiânica tem o carisma de alertar a humanidade para a necessidade de se espiritualizar, considerando que o homem é antes de tudo espírito e que tem um compromisso consigo mesmo de reabilitar essa condição que é a sua verdade essencial.
Então em Belém do Pará, no dia 13 de Agosto de 1994, houve a inauguração da Sede Central do Projeto Sathya Sai Baba Brasil, onde atualmente e com regularidade, aos sábados, às 17:00h fazemos a cerimônia dos Bhajans, uma réplica do que ocorre no Ashram de Prasanti Nilayam, e no decorrer do ano comemoramos as datas festivas instituídas por Swami. E em breve estaremos iniciando o treinamento de professores que irão difundir a Metodologia de Educação ensinada por Sai Baba, que já vem sendo implementada não só na Índia, como também em vários outros países, a qual recebeu o nome de "Educação em Valores Humanos (EVH)".
Organizamos também todos os anos peregrinações à Índia, levando irmãos de todo território nacional para visitar Swami Sathya Sai Baba e já tivemos a felicidade de sermos convidados para sete entrevistas com Ele, onde fomos autorizados a filmar e fotografar. Este ano (99), em janeiro, levamos um grupo de 27 pessoas para visitar Swami em uma reciclagem espiritual magnífica.
O Projeto tem ainda este Site na Internet para levar a todos os internautas notícias atualizadas das atividades de Bhagavan em sua sublime missão de ajudar a humanidade a transpor este período de profunda decadência ética, moral e espiritual, e ainda funciona como canal direto de comunicação para todos que queiram ver respondidas suas duvidas ou compartilhar informações sobre Swami ou sobre o próprio Projeto (viste nossa página de contato).
A mensagem de Swami Sathya Sai Baba convida o ser humano a um processo de transmentalização para que este se torne "atualmente" o que é "potencialmente" – Espírito. (Fonte: http://www.saibababrasil.com.br)
Escrito por João Ricardo Correia às 14h39
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 Professor Hermógenes, reconhecido mundialmente como um dos maiores especialistas do Yoga, coordena o Projeto Mente Livre. Na foto, uma das suas participações, na Penitenciária Estadual de Parnamirim. (Foto: Cedida pela Sec. de Justiça e Cidadania - Sejuc)
Escrito por João Ricardo Correia às 15h09
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REFLEXÃO Aula das 5 horas de 10/05/2006 Penitenciária Estadual de Parnamirim - Sala da Yoga “Se você vive no nível do corpo e do indivíduo, você estará envolvido pela comida, diversão e frivolidade, pela preguiça, inveja e pelo orgulho. Esqueça-o, Ignore-o, domine-o, assim você terá paz, alegria e calma. No caminho Divino, não existe possibilidade de fracasso; ele é um caminho no qual cada acontecimento é um monumento à vitória”.
Ele é o caminho do Amor.”
Sathya Sai Baba
Comentário de Gusson
“Os Mestres da Índia insistentemente nos exortam a perceber que vivemos em um mundo de ilusão. Criamos essa ilusão pela falsa identificação que temos do nosso corpo físico como sendo nossa verdadeira e única realidade. A partir dessa identificação é que surgem as emoções negativas, tais como a raiva, a inveja o ciúmes... Pensando ser apenas esse aglomerado de carne e ossos, buscamos satisfazer os desejos dessa personalidade(ego) e nos tornamos vítimas de nossos próprios desregramentos, levados ao descontrole de, por exemplo, o paladar.
É isso o que a mensagem de Sai Baba cita com o se “Envolver com a comida”.
Assim também é com todos os demais fatos de nosso cotidiano. Somos seres que vivem em um mundo que mal compreendemos, sem saber de onde viemos e muito menos para onde vamos. Existe uma necessidade urgente de atentarmos mais para a busca do Divino, daquilo que é Sagrado e Eterno em meio de toda essa diversidade na qual vivemos e experienciamos através dos sentidos físicos e da mente. A medida em que começamos a adentrar nesse caminho interior, já podemos ir percebendo as modificações que se processam dentro de nós. Como diz uma frase do Prof. Hermógenes: “O rio, quando se aproxima da foz, já pode sentir o gostinho do mar”. Da mesma maneira, a pessoa que se dedica a buscar o Divino através de uma diligente prática espiritual diária, já pode experienciar o Amor em seu Ser, pois o Ser Supremo é esse mesmo Puro Amor. Essa é a verdade dos que buscam a Divindade.
Namastê
OM SAI RAM
Escrito por João Ricardo Correia às 14h22
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Considerações sobre a prática do Yoga Eloisa Vargas
Por que buscar o Yoga?
Dois tipos de pessoas buscam o Yoga: os que já se deram conta de que a vida pode oferecer algo bem mais interessante do que certa paz , certa estabilidade e certa felicidade e, os que não conseguem administrar sua forma de viver e vivem em conflito permanente sem paz, sem estabilidade e sem felicidade. O estado de insatisfação poderá ocorrer tanto pelo ter como pelo não ter. O despertar para este estado de insatisfação com a vida é um ato de consciência e ocorre em poucas pessoas. A maioria não se dá conta e segue tentando resolver as coisas apenas na forma externa e em muitos casos, recaindo em novos mecanismos de fuga. Alguns vêem no Yoga, uma possibilidade de salvação mas ainda esperam que uma força mística possa acontecer e que o céu se abra de repente em suas vidas. Você diz que quer cuidar do teu lado espiritual. Na verdade, o que você quer dizer com isto? Em primeiro lugar, é necessário entender que você esta dividindo alguma coisa, em "lados", não é mesmo? Você admite que está dividido. Então, a melhor maneira de refletir sobre o que você está querendo, seria a percepção desta divisão com a subseqüente descoberta da necessidade de tratar de unir estes lados e não mais tratar de um, separadamente do outro. Seu lado no mundo exterior é você, seu lado espiritual, é você também. Tudo é você e é uma coisa só. O motivo da insatisfação é a não percepção disto, o trabalho com o Yoga, é fazê-lo perceber. (Fonte: www.yogabrasil.com.br)
Escrito por João Ricardo Correia às 15h19
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REFLEXÃO Aula das 5 horas de 09/05/2006 Penitenciária Estadual de Parnamirim - Sala da Yoga
“A alegria que você procura e a auto-realização pela qual anseia estão, ambas, dentro de você. Elas não podem ser encontradas no mundo externo. Esta condição é semelhante àquela da pessoa que implora por alimento na rua, apesar de haver doces e iguarias em seu próprio lar. Você imagina que o mundo e os objetos lhe conferem felicidade.
Esta é uma ilusão criada pela mente. Somente quando você segue o intelecto discriminante será capaz de desfrutar Paz verdadeira e Alegria.”
Sri Sathya Sai Baba
Comentário de Gusson sobre a mensagem acima
“Tudo está dentro de nós, mas seguimos procurando encontrar a felicidade e a paz que todos buscamos, nos objetos transitórios desse nosso mundo físico.
O homem já foi até a Lua, mas ainda não percebeu o quão necessário é a viagem interior para dentro de si mesmo... Somente entrando em contato com nossa natureza Real, ou seja, esse Ser Espiritual que realmente somos, é que poderemos desfrutar da Bem Aventurança dessa dimensão mais profunda existente em cada um de nós.
É um engano acreditar que objetos e seres transitórios possam conceder Felicidade Permanente. Para que possamos remover esse equívoco engendrado por nossas mentes em constante agitação, precisamos por em prática algum tipo de disciplina espiritual, pois apenas esta pode possibilitar a necessária condição para nossa viagem interior.
Temos que utilizar o nosso discernimento e fazer a opção pelo Eterno, que esta dentro de nós, ao invéz de seguirmos buscando o transitório nesse mundo em constante mutação.
Dentro de cada um estão as qualidades nobres da Verdade, Retidão, Paz, Amor e Não-Violência. Somente quando manifestarmos essas qualidades em nossas ações na vida diária é que estaremos aptos a desfrutar da tão desejada Felicidade. Descobrir quem realmente somos e a partir de então viver de acordo com essa realidade, é o supremo objetivo da vida humana.”
Namastê
OM SAI RAM
Escrito por João Ricardo Correia às 13h12
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COLABORADOR DO MENTE LIVRE Quem é o fotógrafo e cineasta Marcelo Buainain
Marcelo Buainain nasceu a 11 de dezembro de 1962, na cidade de Campo Grande, MS. Ex-acadêmico de Medicina, abandonou o 5º ano do curso para se dedicar exclusivamente à fotografia, consolidando então uma trajetória edificada em diversas áreas. Em meados de 80, quando dava os primeiros passos profissionais, à serviço da publicação espanhola EL Paseante, conheceu um vizinho muito especial, o poeta sul mato-grossense Manuel de Barros, cuja obra o inspirou e o influenciou profundamente. Buainain, a partir desse íntimo contato com o poeta, elegeu como o seu tema predileto o pantanal, onde ali viveu documentando a exuberância da região. As imagens coloridas produzidas pelo fotógrafo ganharam asas e foram largamente difundidas em publicações nacionais e estrangeiras, contribuindo inclusive na divulgação da obra do poeta "pantaneiro", na ocasião desconhecida pela mídia e grande público.
ANOS 90 Frustrado com as diretrizes do governo Collor, Marcelo Buainain deixa o Brasil para se radicar na Europa, estabelecendo-se em Paris e Lisboa onde viveu 10 anos. Especializou-se em retratos e através de suas objetivas celebridades e diretores do cinema internacional foram fotografadas, destacando-se os cineastas Wim Wenders, Pedro Almodóvar e Bernardo Bertolucci. Em meados da década de 90 o fotógrafo, andarilho e inquieto, troca o universo dos "famosos" pelos anônimos. Buainain se lança de corpo e alma na fotografia documental, percorrendo o Egito, Brasil, Marrocos, Venezuela e Índia, onde realizou uma série de fotografias sobre a cultura Hindu, recebendo por esse trabalho, em 1998, os prêmios Máximo de Fotografia atribuído pela II Bienal Internacional de Fotografia da Cidade de Curitiba e a Medalha de Ouro - Society for News Design - USA. Novas incursões pelo oriente foram realizadas pelo fotógrafo, o que o levou a publicar na Europa o seu segundo livro, "Índia - Quantos Olhos tem uma Alma".
REDESCOBERTA DAS RAÍZES BRASILEIRAS Foi no espírito das comemorações do 500 anos de chegada dos Portugueses ao Brasil que Marcelo Buainain realizou um ensaios sócio-étnico-documental sobre o estado da Bahia, culminando assim com uma exposição em Portugal e a publicação do seu 3º livro, "Bahia - Saga e Misticismo". Segundo o fotógrafo esse projeto o possibilitou redescobrir suas raízes brasileiras, motivando-o a direcionar o seu foco para temas exclusivos de caráter religiosos e ecumênicos. Hoje, a sua obra integra acervos de museus nacional e europeu e tem sido obejto de estudo no meio acadêmico.
UMA NOVA LINGUAGEM Em 2004 o fotógrafo parte para a sua primeira experiência na área de vídeo, realizando e produzindo o documentário, "do Lodo ao Lótus", cujo tema trata da transformação espiritual de a partir de um livro de Yoga de autoria do prof. Hermógenes. Nesse mesmo ano, no âmbito do II Concurso DOCTV, o roteiro Hermógenes - Deus me livre de ser normal, de autoria de Marcelo Buainain, representa o Estado do Rio Grande do Norte e é selecionado para ser produzido por ele.
Atualmente Marcelo Buainain vive em Nísia Floresta, zona rural a 50 km da capital do RN, onde divide o seu tempo entre a família, a produção de novos documentários, livros e oficinas de fotografia. (Fonte: http://www.tvcultura.com.br/doctv/programas_21-hermogenes.htm)
Escrito por João Ricardo Correia às 18h02
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Hermógenes - Deus me livre de ser normal
Violência, depressão, angústia, ansiedade, medo, solidão, hipocondria, dependências químicas, estresse, cardiopatias, egoísmo, psicose, neurose, diabete, hipertensão, paranóia, câncer, AIDS. Esse é quadro patológico da humanidade. Reconhecer a raiz mestre de tanta dor e sofrimento, administrar o estresse, treinar o corpo, a mente e o espírito para a superação dessa ausência de Vida é o que o mestre de yoga, escritor e poeta Professor Hermógenes - ao longo de meio século de estudos e experiências - vem ensinando, libertando assim indivíduos do caos, do suicídio, das doenças, da alienação, da prisão material e da morte. Hermógenes - Deus me Livre de ser Normal é o título do documentário sobre a vida e o poder terapêutico e transformador da obra deste escritor. Acomodar em 55 minutos os oitenta e quatro anos de uma vida dinâmica e devotada à prática do bem, é a principal virtude do filme, roteirizado e dirigido pelo fotógrafo Marcelo Buainain. Nas primeiras cenas Hermógenes é apresentado em contato com a exuberante natureza da cidade onde nasceu e gozou a sua infância, a bela Natal, capital do Rio Grande do Norte. No decorrer de uma narrativa poética e autobiográfica, interpretada na voz off do ator Carlos Vereza, o mestre em yoga caminha sobre as dunas e, nas águas do litoral potiguar mergulha e medita. Uma sucessão de depoimentos, frases e detalhes da vida de Hermógenes costuram e entrecortam a narrativa poética, revelando assim vários aspectos biográficos desse grande mestre, considerado o introdutor da Yoga no Brasil e o pioneiro em Medicina Holística. O roteiro e a montagem do filme impregnam uma dinâmica especial, principalmente pelo valor emocional e pela fidelidade documental atestada por personalidades de diversas áreas, tais como a cantora Elba Ramalho; escrito Pierre Weill; teólogo Leonardo Boff; multimídia Rogério Duarte e Bené Fonteles; espíritas Chico Xavier e Divaldo Franco; católico padre Zezinho e o músico Alberto Marsicano, entre tantos outros que declaram e elucidam a importância da obra de Hermógenes para a humanidade. O filme é estimulante quando mostra como os livros do professor Hermógenes e as suas técnicas de yogaterapia provocam transformações nas vidas das pessoas. Cartas de leitores, reportagens em um abrigo de idosos, depoimentos de prisioneiros revelam e confirmam o poder terapêutico do método Hermógenes. Da mesma forma impressionante é o grau de devoção e as aulas de yoga ministradas no interior de um presídio, pelo presidiário discípulo de Hermógenes, Luiz Henrique Gusson. Outros momentos tão significativos ficam por conta dos depoimentos de pessoas comuns que tiveram suas vidas transformadas pela yoga. Elementos como Divaldo Cunha, proprietário de um bar na Paraíba, que se libertou da dependência química através da yoga; Ramiro Rebouças que enfrentou uma grave depressão e escapou de um suicídio graças à meditação e aos ensinamentos de Hermógenes; Paulo Roberto, vítima de um choque elétrico que o levou à cegueira, autor de uma das mais incríveis confissões do filme: "Com o Yoga encontrei Deus, agora que sou cego eu vejo muito e de verdade; antes, eu via mas não enxergava." Deus me Livre de ser Normal mostra ainda detalhes da vida de Hermógenes em Natal, como o seu primeiro emprego de lanterninha no Teatro Alberto Maranhão; sua devoção pelas dunas; sua passagem pelo exército; sua migração da pobreza para a beleza interior. A vida do mestre iogue que saiu das alvas dunas de Natal e alcançou o mais alto pico do Himalaia pode ser resumida na feliz frase do orador espírita Divaldo Franco, "a sua vida é um apostolado". Assistindo atentamente a tão belo filme, percebe-se um fio condutor entre todos os depoimentos, fio esse que carrega com positiva eletricidade, a certeza que ele, o professor Hermógenes, atingiu a meta. (Fonte: http://www.tvcultura.com.br/doctv/programas_21-hermogenes.htm)
Escrito por João Ricardo Correia às 17h55
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REFLEXÕES Diariamente, este blog publicará as reflexões feitas pelos apenados da Penitenciária de Parnamirim, todas as manhãs, na prática de yoga comandada por Luiz Henrique Gusson e Marinaldo.
PARTICIPE Este espaço na internet, que divulga o Projeto Mente Livre, pioneiro no Brasil em levar o yoga aos presídios, é um local destinado a todos que desejam construir um mundo melhor, que acreditam nas transformações das pessoas e que se alimentam de harmonia. Participe pelo e-mail: projetomentelivre@yahoo.com.br
PENSAMENTO DO DIA Mente Livre na Penitenciária de Parnamirim / RN
"A alegria e o prazer obtidos através de atividades são apenas temporários. No entanto, não se deveria desistir da ação. Como, então, se deve agir? Deveria se praticar o desapego e a diminuição dos desejos em relação aos resultados das ações. Isto é: deveria se tratar todas as ações como sacrifícios executados para a glória de Deus e não para fins egoístas; para ganhar méritos duráveis, e não para benefícios temporários. A ação feita neste espírito não causará cobiça nem mágoa; ela causará apenas um sentimento de realização de um dever."
Escrito por João Ricardo Correia às 16h32
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Rogério Almeida palestra para agentes penitenciários do Presídio de Parnamirim - Foto: Ney Douglas
Jan Val Ellam colabora com o Mente Livre
O Projeto Mente Livre ganha a cada dia novos colaboradores. São profissionais das mais diferentes áreas que, voluntariamente, se empenham para que a vida das pessoas mude para melhor, que elas evoluam, plantem o bem, a paz e possam viver numa perfeita harmonia com o planeta, física e espiritualmente.
Um desses profissionais é o administrador de empresas Rogério de Almeida Freitas, autor de vários livros assinados com o pseudônimo de Jan Val Ellam. Na manhã de hoje, ele esteve, acompanhado de outros colaboradores do Projeto, na Penitenciária Estadual de Parnamirim, falando aos agentes penitenciários sobre a importância deles tratarem os detentos como seres humanos, dando oportunidades àqueles que demonstram interesse em ter uma nova vida a partir da conscientização e do comportamento adequado no relacionamento interpessoal.
QUEM É
Jan Val Ellam é o pseudônimo de Rogério de Almeida Freitas. A escolha do pseudônimo deve-se a nomes que expressam páginas do passado espiritual do autor terreno das obras ou, como ele mesmo se descreve, "um simples escrevente, um homem menor da Terra que está sendo utilizado para falar de coisas do céu".
A partir do ano de 1978, alguns fatos incomuns começaram a ocorrer ao seu redor. Posteriormente, percebeu que eles tinham como objetivo principal "chamar a sua atenção para os aspectos espirituais da vida". Pessoas que jamais havia conhecido, em encontros aparentemente casuais, dirigiam-se a ele transmitindo-lhe algumas mensagens da Espiritualidade. O conteúdo dessas mensagens era sempre no sentido de que "se preparasse pois estava atrasado com o compromisso espiritual que teria assumido antes de nascer". Das mais variadas formas esses fatos ocorreram dos seus dezenove aos vinte e sete anos.
A partir de então - por volta do início do ano de 1986 - começaram a ocorrer percepções quanto a outras realidades que cercam a existência terrena como também visões de seres que, de outros ambientes existenciais, solicitavam o seu concurso pessoal pois precisavam pôr em prática o que fora planejado antes. E, para esse mister, seria necessário utilizá-lo como aparelho terreno ou médium.
Houve muita relutância e receio de sua parte em deixar se envolver com tais fatos. De 1986 até 1989 foi envolvido por entidades que, com toda "paciência cósmica possível", suportavam - segundo a própria opinião do autor - a sua postura relutante e temerosa de assumir tal compromisso.
Após perceber essas entidades como "seres que somente ajudavam e propagavam ensinamentos nobilitantes" - pôde vê-los em ação em determinadas ocasiões em que cumpriam trabalho caridoso junto aos necessitados, fosse em meio aos indigentes em hospitais, crianças doentes ou em outros momentos - decidiu por fim perguntar-lhes o que desejavam que fizesse: a reposta foi "que teria que escrever". Por jamais ter apresentado qualquer tendência ou inclinação para as letras, pensou haver algum equívoco e continuou hesitante durante algum tempo. A fim de dar-lhe mais segurança, a espiritualidade decidiu então, com a sua concordância, liberar nos "centros memoriais da alma" - como eles chamaram - algumas vidas passadas para que pudesse traçar uma relação inteligente de causa e efeito entre o passado e o presente. Assim fizeram e a primeira reencarnação que lhe foi liberada dizia exatamente das lembranças junto com algumas sensações de ter sido o centurião romano que comandou a crucificação de Jesus. Este fato e outros da mesma espécie sensibilizaram-lhe o espírito levando-o a ficar à disposição dos seres que lhe solicitavam o concurso para realizar o trabalho pretendido.
Por viver uma rotina atribulada, como a maior parte dos homens modernos, Val Ellam dispunha para escrever apenas do horario normalmente reservado ao repouso; desta forma, dedicou o intervalo compreendido entre 23h30min e 3h00min para a sua atividade de escritor. Começou a escrever 37 livros ao mesmo tempo - hoje essa quantidade é bem maior. Por que 37 livros e não 20 ou 70? Por um motivo nada glamuroso: simplesmente porque dirigiu-se à uma livraria para comprar cadernos onde pudesse lançar suas idéias (ainda não vivíamos o "boom"dos computadores) e a quantidade que encontrou disponível - em uma dada liquidação - foi esta. (Fonte: www.orbum.org)
Escrito por João Ricardo Correia às 16h30
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Kharma: saiba o que é
O conceito hindu a respeito de karma é bem diferente do conceito ocidental, divulgado pelos grupos espíritas e espiritualistas. Com a influência judaico-cristã, rica em noção de culpa e pecado, o karma para os ocidentais tem uma configuração de algo forçosamente ruim, que se deve pagar com sofrimento.
Para o hinduísmo, karma é apenas uma lei de causa e efeito, do gênero "cuspiu pra cima, vai receber uma cusparada no rosto". A pura lei do karma é simplesmente mecânica e não espiritual. Nem sequer moral. Independe de fundamentação reencarnacionista ou até mesmo teísta. Refere-se a um mecanismo da própria natureza. Uma espécie de energia potencial muito distante do fatalismo que lhe atribuímos.
Para exemplificar a flexibilidade desse conceito na Índia, podemos citar uma parábola que compara o karma a um arqueiro com suas flechas. O karma teria três estágios: o primeiro, equiparável ao momento em que o arqueiro tem seu arco em repouso e suas flechas descansam na aljava; o segundo, em que coloca uma flecha no arco, tensiona-o e aponta-o para um alvo; e o terceiro, no qual solta a flecha.
De acordo com essa comparação, tanto no primeiro estágio quanto no segundo, o arqueiro tem controle absoluto sobre o karma, podendo, inclusive no último instante, direcionar sua flecha para outro alvo, tensionar mais ou menos o arco para imprimir maior ou menor potência à seta, ou ainda desistir de atirar. Isso corresponde a um domínio de dois terços do karma, o que é bem razoável se comparado com nosso conceito de destino inflexível e sobre o qual não podemos atuar.
Além disso, qualquer que seja o nosso karma, a liberdade que temos sobre as formas de cumprí-lo é bastante elástica. A sensação de restrição ou impedimento é muito mais decorrente dos próprios receios de mudar e da acomodação das pessoas, do que propriamente da lei de causa e efeito.
É como se o cumprimento de um karma fosse uma viagem num transatlântico. Você está inevitavelmente dirigindo-se ao seu destino, entretanto, poderá aproveitar a jornada de diversas maneiras. Poderá cumprir o percurso relacionando-se bem ou mal com os companheiros de viagem. A bordo, terá o direito de tomar sol, nadar, ler, dançar, praticar esportes e namorar. Ou de reclamar da vida, da monotonia, do cheiro de maresia, do balanço do navio, do serviço de camarote, do tamanho da escotilha, do enjôo... Todos chegarão ao destino, de uma maneira ou de outra. Só que alguns divertir-se-ão bastante no trajeto. Outros vão sofrer. Isso deve-se preponderantemente ao temperamento de cada um e não ao karma. Esse é o verdadeiro conceito de karma. O resto é complexo de culpa. Contudo, se você quiser complicar mais, podemos acrescentar que existem duas leis atuando sobre a nossa vida: o karma e o dharma. Por desconhecer esse pormenor, os espiritualistas confundem os dois e atribuem ao karma, qualidades que não lhe são inerentes. O karma é uma lei universal e o dharma, a lei humana, jurídica ou religiosa, do lugar e do tempo em que o indivíduo está vivendo. O karma não é temporal nem espacial. O mesmo karma é aplicável a um ateu do século XXI, a um muçulmano do século quinze, a um centurião romano, ou a um troglodita pré-histórico.
Todavia, o dharma de cada um deles é bem específico, pois foi determinado pelos costumes do seu tempo e lugar. Para viver bem, com saúde e felicidade, é preciso conhecer essas duas forças para obter a harmonia entre elas, especialmente nos muitos momentos nos quais entram em choque. Há circunstâncias em que o dharma determina que você aja de uma certa maneira e o karma, de outra. Por exemplo: o dharma, manda que você, em tempo de guerra, mate. O karma, proíbe-o em qualquer circunstância. Como agir? Há muitas soluções. Uma delas é prestar o serviço militar como enfermeiro. Esta manobra dissimulativa é aplicável também no nosso dia-a-dia.
O karma não é uma lei moral porque moral é algo temporal e muda o tempo todo. O dharma é uma lei moral porque é baseada nos costumes. (Fonte: /www.portaldeyoga.com.br)
Escrito por João Ricardo Correia às 16h07
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Fique em boa companhia! (Reflexão do professor Hermógenes)
Yoga é exatamente a viagem dos que, intoxicados de divertimento, acordados pelas abençoadas pancadas das vicissitudes, saudosos da ¨casa do Pai¨, já decisivamente convertidos, se tornaram aspirantes ao Eterno. Yoga é o caminho e o caminhar que conduzem a Deus. Yoguin é aquele que, tendo despertado visto a impermanência e a falência dos valores mundanos, seja cristã, hinduísta, budista, judeu, maometano..., está a caminho, pagando o preço dos desafios, das fadigas, das quedas, de todos os sacrifícios, mas sempre avançando sempre querendo chegar.
Não pode a Lua aquecer e fertilizar feito o Sol. Não tem o Sol a grácil maciez romântica da Lua. Não pode a Lua germinar as sementes, amadurecer os frutos, nutrir os seres. Ao Sol é negado fazer carícias nas estrelas. Não pode ser um o que o outro é. Só ao homem é possível, em si mesmo, harmonizar opostos, sintetizar tese e antítese, conjugar o masculino do Sol e o feminino da Lua. O Yogi brilha como o Sol e inspira como a Lua.
Escrito por João Ricardo Correia às 16h06
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Quem é o professor Hermógenes
Nascido em 1922, em Natal, Rio Grande do Norte, José Hermógenes de Andrade Filho é considerado o pioneiro em medicina holística no Brasil, com mais de 42 anos de prática e ensino de yoga. Filósofo, poeta, escritor e terapeuta, o professor Hermógenes costuma dizer que se sente mais jovem hoje, aos 82 anos, do que se sentia aos 35. Doutor em yogaterapia, título concedido pelo World Development Parliament, da Índia, é o criador do treinamento anti-stress. No entanto, se não fosse por causa de uma série de problemas de saúde vividos por Hermógenes na década de 60, o professor jamais teria se tornado o mestre em Hatha yoga, assunto sobre o qual escreveu o livro "Autoperfeição com Hatha Yoga", ainda hoje seu maior sucesso editorial. A esse livro seguiram-se outros 30, alguns editados no exterior, além da tradução de seis volumes de cunho filosófico e espiritualista. Publicou, entre outros, "Saúde na Terceira Idade" e "Yoga para Nervosos". O professor começou escrevendo livros didáticos, em 1955. Já perdeu a conta de seminários, aulas e palestras que fez no Brasil, em Portugal e na Argentina, onde, aliás, goza de um prestígio que julga maior do que em nosso país. Casado pela segunda vez, tem duas filhas do primeiro casamento. O professor Hermógenes recebeu a Medalha de Integração Nacional de Ciências da Saúde e o Diploma d'Onore no IX Congresso Internacional de Parapsicologia, Psicotrônica e Psiquiatria (Milão, 1977). Escolhido o Cidadão da Paz do Rio de Janeiro, em 1988, Professor Hermógenes recebeu a Medalha Tiradentes em 8 de maio de 2000. A premiação foi conferida pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, pelo bem-estar e benefícios à saúde que as obras de José Hermógenes de Andrade Filho trouxeram para os brasileiros. O professor divide seu tempo entre a publicação de livros, a produção de artigos para a imprensa e teses para congressos científicos, e suas aulas, seja na forma de cursos ou seminários. (Site do Professor Hermógenes - www.profhermogenes.com.br)
Escrito por João Ricardo Correia às 16h02
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Professor Hermógenes, Gusson e Marcelo Buainain - Foto: Eduardo Felipe
Ministério Público apóia o Mente Livre
O Projeto Mente Livre (prática do Yoga nas penitenciárias) desenvolvido pelo governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Interior, Justiça e Cidadania (Sejuc), recebeu o apoio institucional do Ministério Público Estadual. O Projeto estimula o autoconhecimento e o crescimento dos apenados buscando a recuperação para o retorno à sociedade, evitando-se inclusive a reincidência criminal. No mês passado, a coordenadora do CAOP Criminal do Ministério Público, promotora Mariana Barbalho Tavares; o promotor dos Direitos Humanos, Eduardo Cavalcanti e a promotora Rossana Sudário, interinamente na Promotoria da Comarca de Nísia Floresta; o coordenador do sistema penitenciário, José Deques, e o secretário da Justiça e da Cidadania, Leonardo Arruda Câmara, visitaram o Mandir (templo) da Penitenciária de Parnamirim, primeiro núcleo desse projeto de ressocialização implantado nas unidades prisionais estaduais. O Mente Livre recebe a orientação do professor José Hermógenes de Andrade, mestre e maior referência brasileira no Yoga. Pelo que ficou definido, com o apoio do Ministério Publico e de outros parceiros e colaboradores, o projeto será ampliado para outras penitenciárias, iniciando-se pela de Alcaçuz e pela Feminina. Esta última, já foi visitada pelo professor Hermógenes; pelos apenados Luiz Henrique Gusson Coelho e Marinaldo, instrutores do Mente Livre, e pelo cineasta Marcelo Buainain, autor dos filmes "Do Lodo ao Lótus", que conta a transformação de vida de Gusson após sua prisão, e "Deus me livre de ser normal". (Assecom/RN)
Escrito por João Ricardo Correia às 15h48
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